Terminus - Biblioteca de Intels
Em uma ilha isolada, uma fuga desesperada une aliados improváveis contra horrores reanimados. Explore os segredos de um laboratório sombrio, recrute um aliado de rosto inquietantemente familiar e busque vingança por crimes impiedosos contra a própria natureza.
Nesta página, você encontrará todos os arquivos ocultos (Inteligências) coletados no mapa Terminus de Call of Duty: Black Ops 6.
Registro de Áudio #1: Senhas
Depois da última sessão de inoculações, a memória de Owen Guthrie está cada vez pior.
Guthrie: Eu daria um número pra essa gravação mas tá tudo tão mal que eu perdi as contas. Desde a última vez que eu fiquei exposto ao Etérium minha memória tá uma verdadeira merda. Um dos médicos me disse que eu devia documentar meus dias, ver se melhora ou piora. Considerando que eu não lembro do protocolo básico que eu mesmo fiz, melhor não tá ficando. Minha memória nunca foi lá essas coisas. Agora todo dia eu esqueço uma coisa ou outra como se nunca tivesse aprendido. Dá medo. Recentemente, eu ando esquecendo a porra do código da trava da unidade de contenção do Nathan. Coitado dele. Foda-se esse lugar. E foda-se ela. Eu tenho um sistema pra lembrar dos três dígitos. Eu vejo eles todos os dias nas minhas rondas então não vai gerar suspeita. Tem muita coisa perigosa pra caralho aqui e se o pior acontecer, eu tô acabado. E pessoas vão se machucar. Não consigo dormir. Tô com medo de acordar e não saber nem quem eu sou. Preciso que aprovem meu pedido de transferência. Ficar nesse lugar tá derretendo o meu cérebro.
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Registro de Áudio #2: Resultados Agradáveis
A Dra. Modi lembra como Strauss perdeu a cabeça e ela descobriu o segredo para criar os dispositivos Multitarefa.
Modi: Doutora R. Modi, registro da Ilha Terminus. A instalação tá sendo toda alimentada por um reator movido a Etérium. O crédito é do Duffer pela proficiência em interrogatórios. Ele trabalhou no Strauss por três anos. Combinado com vigilância constante, ele acabou falando. Ele disse que é benéfico criar organismos cristalinos pra aproveitar a energia biogalvânica. Depois disso, o desenvolvimento foi rápido. As Estações de Maturação praticamente se criaram sozinhas. Naturalmente, o Edward tá muito feliz com os protótipos que eu mandei. Sem falar que não tem mais conta de luz pra pagar. Isso faz da gente a principal instalação de pesquisa do Janus. Claro que ninguém duvidava disso. Tem boatos de que eu vou ser transferida pra perto do Diretor. Trabalhar com Edward seria realmente... ideal. Mais dinheiro e recursos. E certamente comida melhor. Os idiotas que acham que meu salario é alto demais iriam amar que eu fosse embora pra nunca mais voltar. Mas o Edward tem muita influência. Aqui, eu mando. Lá, eu ia obedecer. Eu vou aceitar as coisas como tão por enquanto. mas comida melhor seria bom.
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Registro de Áudio #3: Teoria Funcional
Anya Tonovsky conta suas teorias sobre o que foi feito em Terminus.
Tonovsky: Hoje faz quatro meses que eu tô no Projeto Janus. Eu nem sei nem como eu lembro o dia. Se eu não foco pra valer no trabalho eu enlouqueço. Parece que tudo é segredo. Quase todo mundo tem medo de falar sobre o que a gente tá fazendo. Então ninguém fala nada. É assim que ela quer. A Modi é brilhante, mas a conexão dela com essa ilha é de sufocar. Minha teoria é que o objetivo é energia renovável através de material orgânico. O que é interessante. Valeria a pena passar por esse... isolamento. Mas eu tava passando pela expedição hoje e esbarrei numa das caixas sem querer. Ela caiu e quebrou. E tinha sacos mortuários dentro. Muitos sacos. Eu acho que nunca teve tanta gente assim na ilha. Claro, eu não tenho acesso a tudo, mas vai saber. Eu acho que eu não devia me meter, pensando na volatilidade do meu projeto paralelo. Não quero que os grandões metam o nariz onde não devem. E não, eu ainda não sei pra quem eu trabalho. Não diz no contracheque. Pode ser CDC, DOD, um bilionário entediado. Nem ideia. Honestamente, só de pensar nisso minha cabeça fica a mil. O que já é uma distração. Chega de enrolação. Eu tenho que focar nos recursos que me trouxeram aqui.
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Registro de Áudio #4: Destino do Manifesto do Navio
A Chefe de Estação Maxwell está ouvindo estranhos rumores sobre as outras instalações.
Maxwell: 5 de fevereiro de 1991. Mais um dia de glória na vida da Chefe de Estação Althea Maxwell... Ah, se a minha mãe me visse agora. A incompetência do Richtofen em segurar a queridinha dele, a Modi, tem sido um problema pra gente. Ela consegue tudo o que quer. Nosso orçamento tá estourado, e adivinha pra quem sobra? E os protocolos que ela me manda? É uma arrogância que só. Ela tá querendo ensinar o padre a rezar a missa. "Não coloca nomes. Usa só os números de série. Imprudências assim podem matar". Blá, blá, blá. Sério, ninguém merece. Ainda bem que os firewalls vagabundos do Projeto Janus são fáceis de burlar. Então todos os chefes de Estação tão em contato... Se não fosse isso eu já teria ficado louca da cabeça. E todos eles me falaram várias vezes que eles nunca tiveram que lidar com esse tipo de merda antes. Eu sei que o que importa pro Richtofen são resultados, mas no que ela tá trabalhando? E por que é tão importante? Honestamente, será que ele mesmo sabe? Faz meses que ele não aparece pras inspeções. Tão dizendo eu tem gente desaparecendo da instalação da Mansão. Eu deduzi que nosso querido diretor tinha sido um deles, mas falaram que viram ele recentemente por lá, então o cara ainda tá vivo. Eu perguntei pra Dra. Modi se ela ia se transferir pra lá, e ela disse que Terminus era a casa dela, feita pelo "próprio Richtofen". O jeito que ela falou me deu um arrepio.
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Registro de Áudio #5: Reflexão
O Recruta Jack Fletcher não abre o bico sobre a própria transferência, mas Cook sabe a verdade.
Fletcher: Soube da novidade? Eu vou sair dessa ilha.
Cozinheira: Novidades? É mesmo?
Fletcher: Sim. Aprovaram a transferência. Demorou mas foi. Eu diz o pedido faz um tempão, mas é assim que funciona aqui.
Cozinheira: De fato.
Fletcher: Esse lugar tava me atrasando. Eu tenho grandes planos, sabe? Muito maiores do que essa ilha.
Cozinheira: Claro que tem.
Fletcher: Tenho mesmo. Enquanto vocês ainda vão tá aqui nessa porra de lugar, eu vou tá bem longe tentando a sorte.
Cozinheira: Talvez eu também peça transferência. Todo mundo tem que comer!!!
Fletcher: Não a gororoba que você faz.
Cozinheira: Certo. Tô oficialmente entediada do seu papinho.
Fletcher: Papinho? Como assim?
Cozinheira: Eu já sabia da sua "transferência", então não vem dizer que a ideia foi sua, porque eu sei que não foi. James e Larson, já faz meses que os dois vem me dizendo que você é um filho da puta. Cê rouba coisas dos armários deles, trapaceia na canastra, e quando chega a hora da faxina, você some. A Maxwell falou que se ela não tirasse você daqui, seria questão de tempo praqueles dois fazerem picadinho dessa sua cara. E sabe do que mais? Eu com certeza ajudaria eles a esconder o seu corpo com o maior prazer. Mas Althea gosta de cumprir as regras do jogo. Então cala essa sua boca e fica pianinho até cê sair daqui de vez, entendeu?
Fletcher: Copiado.
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Registro de Áudio #6: Mais Durona do que Parece
Ernst Duffer demonstra sua felicidade pela Dra. Elizabeth Grey.
Duffer: Pro Diretor. Relatório de progresso. 08/11/1990. Ao contrário do que alguns pensam, eu não tenho bem orgulho do meu trabalho. mas que eu sou muito bom nele, eu sou. É comum que quem tá sendo interrogado tente resistir antes de não aguentar mais e finalmente aceitar minhas demandas. Normalmente, eu dava um pouco de esperança pra eles. Um tipo de luz no fim do túnel do qual eles nunca iam chegar. Como a esperança, o medo é um grande motivador. Mas como eles não pareciam se assustar muito era difícil, até impossível, de conseguir algum progresso. Tortura psicológica - e até mesmo dor física - não deram nenhum tipo de resultado como a gente esperava. Então, depois de revisar as avaliações psicológicas dos primeiros anos dela quando presa, eu não faço ideia de como explicar de onde apareceu tanta resiliência. Mesmo que eu seja bom no que faço, eu sou obrigado a concluir que essa cobaia não é mais útil para o nosso programa. Se dependesse de mim, eu recomendaria a eliminação da Dra. Grey, ou pelo menos que fosse usada para experimentos biológicos. É uma pena... que isso não depende de mim.
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Registro de Áudio #7: O Jeito Difícil
A Chefe de Estação Maxwell relembra como um interrogatório resultou na morte de uma cobaia.
Maxwell: 16 de outubro de 1989. Chefe de Estação Althea Maxwell aqui. Fatalidades de presos não são raras, especialmente durante interrogatórios mais longos. Foi diferente. Acho que é natural que as cobaias tentem "confortar" umas às outras. Sério... chega quase a dar pena. Esse foi o último grupo recebido do Franco, então vai saber o que eles podem ter passado antes de chegarem aqui pra gente. Causa da morte? Parada cardíaca. Uma surpresa... porque não tinha nada que pudesse indicar um problema assim. Eu tenho pra mim que no final essa cobaia acabou morrendo por simplesmente ter ouvido um certo nome. Dra. Modi. Talvez seja interessante ficar de olhos.. ou ouvidos abertos pro que essas cobaias têm compartilhado desde que elas chegaram.
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Registro de Áudio #8: O Examinador Disse
O Supervisor Gary Parkhurst grava sua avaliação inicial sobre a Ilha Terminus.
Gary: Tá. Eu sou o Gary Parkhurst, inspetor. Reconhecimento e analise da área da Ilha Terminus em 12 de julho de 1984. A versão física vai tá lá no telex às 18h. Bom... local, local, local. Longe o bastante das rotas de navegação pra controlar os visitantes, e perto o bastante pra não dar bandeira. É o ideal. Esse lugar é único. Não vai ser nenhum destino turístico ou nem mesmo um porto comercial, isso é certo. Então, como é que a gente toca o projeto? Olha só quanta pendência na lista... A estrutura principal é uma verdadeira fortaleza, feita em 1942 de concreto reforçado, e com a espessura média de um metro. Então, esse é o lado bom. O lado ruim é que ela tá coberta de um tipo de musgo que parece mofo e que tem cheiro horrível. Levando em conta o histórico do lugar, isso não é surpresa pra ninguém. A Sala de Controle de Segurança fica numa boa posição na estrutura, mas tem que ser reformada e abastecida com equipamentos eletrônicos novos. As trancas, câmeras e iluminação nas celas de detenção de longo prazo, salas de interrogatório, alojamentos e minas, ah, as minas, vão ter que ser substituídas por novas tecnologias. As docas, túneis submarinos e a infraestrutura marinha tão em bom estado, mas precisam de equipamentos mais modernos. Olha, eu sei que a central tem contrato pra reforma, e eu nem devia saber de nada, mas esse lugar tá precisando praticamente ser refeito do zero. Eu tô falando de equipamento pesado, mão de obra forte e tudo mais. E bom, vai tá tudo isso lá no relatório. O heliponto, que tem tamanho decente, vai ter que ser adaptado pra poder receber aeronaves mais pesadas de nova geração. Tá, tem vários e vários túneis em Terminus: marinhos, em terra e as minas. Enquanto eles servirem pro pessoal se movimentar por todas as áreas da ilha, não vai ser problema. Eles me dão medo pra cacete. Lá em 32, teve um acidente de mineração que matou dúzias de trabalhadores nos túneis. E... é que tem coisa muito estranha que eu não sei explicar que tá acontecendo lá embaixo. Eu sugiro que unidades armadas liberem os túneis antes de qualquer trabalho. E finalmente, o mais importante: energia. O carvão das minas acabou faz muito tempo. Pro tipo de serviço que tá programado, só energia hidrelétrica ou nuclear pra aguentar o tranco. Qualquer outra fonte não vai dar conta. Olha... olha... Tá tudo no relatório. E-e-eu vou sair dessa porcaria de ilha de merda. Beleza. Desligo.
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Registro de Áudio #9: Fita Vermelha
Sem ter mais que se preocupar com o protocolo, a Dra. Modi fala sobre as possibilidades adiante.
Modi: Depois de tanta burocracia, eu acabei sendo vítima do meu próprio sucesso. A gente já passou por tantas cobaias até agora. O Franco vai ficar muito rico com toda a nossa demanda. Tá muito claro que humanos não toleram exposição a Etérium sem algumas consequências. A questão toda não é só a parte genética. Tem alguma coisa na psique que eu ainda não entendi. Eu não sei nem se o Strauss sabe. Eu confio que o Duffer vai descobrir logo. Os projetos mais avançados hoje são sobre as mutações físicas. As transformações são horríveis, mas as cobaias acabam com uma força sobre-humana e se tornam mais tolerantes ao Etérium. Essas formas primitivas começaram até a ter sinais de sentidos aguçados. Se a gente fizer que eles sigam ordens, vai ser perfeito. Eu não tenho dúvida que dá pra sintetizar um humanoide refinado pra proteger a humanidade de ameaças. E quando eu fizer isso, não vai mais ter burocracia pra mim.
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Registro de Áudio #10: Propósito Nobre
A Dra. Modi fala como Richtofen está feliz com os avanços recentes.
Modi: Minha admiração pelo Richtofen só aumenta. Antes mesmo de eu chegar na ilha ele já sabia o que eu precisava. O comitê de supervisão queria que eu só fizesse testes em animais. Idiotas. Quem eram eles pra se meter nisso? Testes em humanos vivos era o lógico a se fazer. Por sorte, o Edward acreditava no mérito do meu trabalho. Ele mesmo autorizou a procurar as cobaias em lugares que ninguém no mundo ia dar falta. A localização da ilha é ideal pra esse trabalho. A maré traz um monte de gente que cabe nessa descrição. Ele justificou qualquer preocupação "moral" mostrando o que o mundo ia perder se isso não fosse feito. Ele foi genial nisso. E, no fim, eu vou dar a chance de fazer alguma coisa de útil pra essa gente. Não que eu deva alguma coisa pra eles. Eu vou agradecer entregando o que eu prometi. Eu posso ter o avanço que eu sei que é possível em tempo recorde agora.
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Registro de Áudio #11: Escuta...
Anya Tonovsky jura que ouviu vozes vindo do Reator de Éter.
Tonovsky: Tem gente que gosta de falar por aí que "a curiosidade matou o gato". Será que são as mesmas pessoas que acreditam que gatos têm 7 vidas? Não importa. Eu não faço o tipo supersticioso, mas eu sou curiosa. Eu gosto de saber de tudo, e qualquer coisa, que eu possa. Ontem, eu dei outra olhada no Reator de Éter. Todo mundo diz que ele pode ser uma fonte infinita de energia. Eu não sei se é verdade, mas eu não posso negar que ver ele funcionando é realmente... muito inspirador. Eu poderia chamar ele de milagre da ciência moderna, mas eu acho que seria insuficiente. Tem tanta coisa que não faz sentido. Não importa quanta gente eu fale, eu não consigo entender o nosso objetivo real aqui. Eu tenho ouvido a palavra "sobrenatural" de vez em quando, mas isso não me convence de nada. Mas às vezes, eu acho que ouço vozes vindo de dentro do próprio reator. Muitas delas parecem pessoas sofrendo, chorando. Desesperadas. Outras, como cara russo, soam com raiva. Também tem uma mulher, mas às vezes ela soa mais como uma... menina? Eu acho que ela é alemã, mas não da pra entender direito o que ela diz. Eu disse que não sou supersticiosa, mas eu tô começando a acreditar que existe algum tipo de vida dentro do Éter Negro. E essa possibilidade é... muito perturbadora.
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Registro de Áudio #12: Números e Rostos
Incapaz de dormir, Owen Guthrie explica porque ele quer uma transferência.
Guthrie 27 de julho de 1990. Inventariei mais cobaias hoje... Esse trabalho não era não difícil. Não é como se eu me orgulhasse do que eu faço. Eu só... não penso muito. A Dra. Modi agendou avaliações psicológicas pra toda equipe técnica. Ela disse que quer todo mundo dando o máximo. Acho que ela quer se livrar dos descrentes. Quando um aparece, ela se certifica de dar um jeito nele. Em público, onde todo mundo pode ver. Honestamente, se o objetivo é manter a ordem, usar o medo como tática não é má ideia. Talvez eu possa fazer outra coisa. Sair do recebimento. No início, as cobaias eram só números de série com rostos pra mim. Eu nunca pensava sobre eles. Agora eu não durmo de noite, ficando louco de tanto pensar. Imaginando como eles eram antes de tudo e de serem sequestrados ou vendidos como gado. Quando eles chegam pra gente, todos eles têm a mesma expressão. É quase como de alívio. porque eles não pode pensar em nada pior do que esse pesadelo que acabaram de passar. Idiotas.
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Registro de Áudio #13: Recomendações Médicas
Owen Guthrier manteve a cabeça abaixada, se ao menos Nathan Aguinaldo tivesse feito o mesmo.
Guthrie: 10 de setembro, 1990. Eu vi que o Nathan tava pra ser cobaia. Eu gosto muito dele, mas passar pela cela dele acaba com meu dia. Olha, ele foi um contrabandista a vida inteira, provavelmente achava que já viu o pior que a humanidade pode fazer. E aí ele acabou aqui e viu que não sabia porra nenhuma. Então, eu tô protegendo ele como eu posso, mas a Modi tá desconfiada. Devem ter dito que ele só dava problema. O que não deixa de ser verdade. Ele briga por qualquer coisa, não toma os remédios, não dorme, ele não come. Por que ele não entende que essa merda põe todo mundo em risco? Se ele não tomar cuidado, a Modi vai transferir ele pro Programa Quimera... aí vai ser o fim dele. Eu joguei seguro até agora, fiquei na minha. Se não convencer o Nathan a fazer o mesmo... Porra. É por isso que eu não tenho amigos.
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Registro de Áudio #14: Evidência Condenável
Com Nathan transferido para o programa Quimera, Owen Guthrie decidiu cuidar das coisas com as próprias mãos.
Guthrie: 23 de outubro de 1990. O Nathan foi transferido pro Programa Quimera... bem como eu falei que ia. Eu só fiquei sabendo depois que levaram ele. Mesmo que eu tivesse lá na hora... não é como se eu pudesse ter feito alguma coisa pra ajudar. Eu não durmo desde aquele dia. O arrependimento tá me matando. Então eu tô passando as noites procurando por evidências. Mas as coisas... as coisas que eu achei... minha nossa... o que tão fazendo aqui... Tenho certeza que quando eu morrer e chegar no inferno, o diabo vai mandar escrever "cúmplice" na minha lápide. Azar. O estrago tá feito. O importante é que aprovaram a minha transferência. E nem a pau que eu vou sair daqui de mãos vazias. E quando eu for, eu vou fazer de tudo pra que a Modi apodreça na cadeira e que essa fábrica de processamento de carne seja fechada. Daí talvez eu consiga dormir.
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Registro de Áudio #15: Espero que Esteja Assistindo
A Dra. Modi fala sobre os eventos que levaram à criação do Projeto 13.
Modi: As coisas tão realmente bem agitadas agora. Resolver as questões do Guthrie no fim só serviu pra perder tempo e recursos. Eu admito, eu fiquei surpresa do quando de evidências ele conseguiu antes de ser descoberto. Foi minha culpa por ser relaxada. Serve de aviso pra nunca deixar de ficar de olho aberto. Ainda bem que os colegas sabiam do pedido de transferência... Quando eu falei que foi aprovado, eles ficaram tão chateados que ele nem deu tchau. Engraçado, mesmo com todo o esforço dele pra destruir meu trabalho, ele depende disso pra existir agora. Se ele continuar assim, talvez seja a cobaia que sobreviveu por mais tempo no programa! Sem dúvida eu vou ter que ouvir muito se alguém descobrir que uma das minhas tava vivendo nun tanque e sobrevivendo de migalhas. Então, censurei qualquer menção de quele trabalhava aqui. Quero saber o quão aguçados tão os sentidos dele... O Guthrie, Paciente 13, não fala desde as fases iniciais da transformação. Eu botei ele onde tem muito movimento, pra que ele veja os colegas dele passando na frente dele. Seria uma pena se ele não soubesse que eles tão ali.
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Registro de Áudio #16: Embarcando
Richtofen guia pessoalmente a Dra. Modi pela nova instalação dela.
Richtofen: E pra concluir o nosso tour na ilha, esse é o seu laboratório. E aí, o eu você acha?
Modi: É um espaço ideal. Meio espartano por enquanto. Acho que o pessoal da regulamentação não passou por aqui ainda. Quando eles fizerem as recomendações de segurança estrutural eu vou...
Richtofen: Dra. Modi, eu nunca desperdiçaria o seu tempo com essas coisas banais. Essa ilha é sua. Eu confio em você pra fazer o que precisar. Agora, energia e armas vão agradar os investidores, mas eu escolhi esse lugar pelos seus experimentos biológicos.
Modi: Essa parte do meu portfólio é vista como... controversa. Tem até quem chame de tortura.
Richtofen: Não tem muitos como nós, querida doutora. A gente sabe o preço do verdadeiro progresso. Foi esse trabalho que te trouxe até mim. Eu não vou deixar você ser atrapalhada por burocratas idealistas. Em troca, eu espero resultados seus, custe o que custar.
Modi: Isso não vai ser problema.
Richtofen: Que bom... então a gente tá entendido. Bem-vinda à sua nova casa.
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Documento #1: No Horizonte
A Chefe de Estalção Maxwell escreve sem seu diário sobre a natureza maravilhosa do canhão em Terminus.
09-01-91
A forma como conectamos uma tecnologia movida a Etérium a um canhão de Segunda Guerra é maravilhosa. Há uma pequena embarcação no horizonte, apenas um pontinho. Eu poderia obliterá-la apenas puxando um gatilho.
Eu jamais faria isso... mas poderia.
Documento #2: O Que Você Fez?
Em busca de respostas sobre os refugiados desaparecidos, Maya envia um bilhete a franco.
Eu tô tentando falar com você, seu imbecil. Tem pessoas sumindo. Os outros refugiados disseram que você levou um monte deles pra outro barco no meio da noite. O que você foi fazer, porra? Me liga de volta ou eu juro que acabo com você, franco!
Maya deixou isso para você no bar.
Documento #3: Arquivo do Indivíduo #398
Relatório do progresso de Ernst Duffer sobre Gregori Weaver.
RELATÓRIO DE INTERROGATÓRIO
Interrogado: Grigori Weaver
Interrogador: Ernst Duffer
Situação Inicial:
Culpa a si mesmo pela prisão da Requiem. Pensa em várias formas de aproveitar isso.
Age como uma âncora para o resto da própria equipe. Manter ele separado de Grey e Strauss pode nos dar uma vantagem.
O Diretor quer ver este aqui sofrer.
Situação Atual:
Sem motivo claro, Weaver se tornou um homem destruído e amargo.
Trabalho físico continuará a ser forçado antes das sessões, isso o torna mais maleável.
Documento #4: Arquivo do Indivíduo #511
Relatório do progresso de Ernst Duffer sobre Dra. Elizabeth Grey.
RELATÓRIO DE INTERROGATÓRIO
Interrogado: Elizabeth Grey
Interrogador: Ernst Duffer
Situação Inicial:
Insolente e teimosa durante a sessão, mas a filmagem da cela indica que ela está fingindo ser forte.
Repetiu diversas vezes durante o interrogatório que alguém procuraria ela e outros integrantes da Requiem.
Situação Atual:
Age de forma ambivalente à própria segurança, não responde mais a ameaças de ferimentos físicos.
Disse que não acredita mais que alguém virá atrás dela.
Documento #5: Arquivo do Indivíduo #272
Relatório do progresso de Ernst Duffer sobre Mackenzie Carver.
RELATÓRIO DE INTERROGATÓRIO
Interrogado: Mackenzie Carver
Interrogador: Ernst Duffer
Situação Inicial:
Treinado para anular táticas de interrogatório. Hora de ser criativo.
Ele aumenta a moral do grupo. Vamos quebrar ele, quebrar todos eles.
Situação Atual:
Recorreu ao desligamento por dissociação durante o interrogatório.
Toma cuidado para guardar as energias na minha presença.
Realizar sessões de treinamento físico com seus companheiros o manteve estável. Considere isolá-lo.
Documento #6: Arquivo do Indivíduo #704
Relatório do progresso de Ernst Duffer sobre Dr. Oskar Strauss.
RELATÓRIO DE INTERROGATÓRIO
Interrogado: Oskar Strauss
Interrogador: Ernst Duffer
Situação Inicial:
Está apegado a padrões morais rigorosos.
Espírito pragmático que demora a ser destruído.
Está ciente de que tem conhecimento vital para o nosso objetivo.
Situação Atual:
O bem-estar dos aliados e a curiosidade o mantêm em serviço.
O tato com a realidade caiu consideravelmente.
Tornou-se muito adepto a dar informações falsas. Tome cuidado.
Documento #7: Exclusivamente Qualificado
Uma carta de proposta da Administração do Projeto Janus informando a Chefe de Estação Maxwell que Ernst Duffer servirá como interrogador em Terminus.
17-09-1987
Para: Chefe de Estação Maxwell
Escrevemos para informar que Ernst Duffer foi designado para servir como interrogador por tempo indeterminado. O Sr. Duffer serviu em posição similar anteriormente em uma instalação em Hohenschönhausen, na Alemanha. Embora não possamos divulgar o histórico profissional dele no momento, saiba que acreditamos que ele terá o padrão de qualidade esperado da Ilha Terminus.
Atenciosamente,
Administração do Projeto Janus
Documento #8: Transferência de Último Minuto
Uma resposta da Administração do Projeto Janus sobre a solicitação de dispensa do recruta Jack Fletcher emitida pela Chefe de Estação Maxwell.
11-02-1991
Para: Chefe de Estação Maxwell
Negamos a sua solicitação de dispensa do recruta Fletcher alegando que ele é um "merdinha tagarela ambicioso demais". Em vez disso, transferiremos o recruta Fletcher para uma instalação no continente a partir de 17-02-1991.
Atenciosamente,
Administração do Projeto Janus
Documento #9: Tecnologia Inovadora
Dra. Modi traz comentários sobre o processo de desenvolvimento proposto para o Reator de Éter.
Processo de Desenvolvimento do Reator de Éter
**CONFIDENCIAL - APENAS PARA USO INTERNO**
Estimativa de conclusão do projeto: 2 anos,
Orçamento: 175 milhões,
Mão de obra estimada: 144.
Recrutamento de departamentos na Ilha Terminus preferencial. Se necessário, a transferência de funcionários da mansão foi autorizada. Contudo, eu prefiro não envolver esses idiotas do Fluxo Temporal na pesquisa realizada envolvendo Energias do EN e Biotecnologia. Eles já têm uma vantagem financeira sem tentar roubar nossos resultados.
Equipes de 6 trabalharão em ciclos de 4 semanas. Comunicação restrita deve ser reforçada.
*Não divulguem o orçamento! Moderação encoraja inovação!*
Artefato #1: HD
Um HD usado para localizar Nathan.
Artefato #2: Cartão de Acesso
Cartão de acesso de Owen Guthrie.
Artefato #3: Raio Aniquilador DRI-11
Inventada por Anya Tonovsky, essa Arma Mítica us energias sônicas e liminosas para transformar rapidamente matéria orgânica em partículas semelhantes a pó.
Artefato #4: Espécime de Recrescimento de Membros
Um dos muitos espécimes de seu tipo, criado pelo Departamento de Bioengenharia da Terminus
Artefato #5: Talismã
O tesouro no fim da tempestade.
☽ ᛟ ᚨ ᚱ ᚾ ☾
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